O Estado Social é, sem margem para dúvidas, uma das maiores conquistas políticas, económicas e morais do século XX. Nasceu da dor de guerras devastadoras, do choque com a miséria extrema e da consciência colectiva de que o progresso não podia continuar a ser privilégio de poucos.
crónicas e artigos
Os meus artigos de análise geopolítica e geoestratégia
CHINA: O SILÊNCIO ENSURDECEDOR DO DRAGÃO
Há algo de profundamente inquietante no atual cenário geopolítico global, e não é apenas o ruído constante das guerras, das sanções ou das declarações inflamadas que ocupam os noticiários.
Portugal encontra-se, mais uma vez, diante de uma encruzilhada silenciosa mas absolutamente decisiva.
A PERCEPÇÃO É O VERDADEIRO CAMPO DE BATALHA
Vivemos num tempo em que a política já não se faz apenas nos parlamentos, nas cimeiras internacionais ou nas salas de decisão fechadas.
As eleições presidenciais costumam ser algo de "morno" no panorama político português.
Já muitas vezes abordámos neste espaço o que é o Direito Internacional e qual é, de facto, o seu papel em todo o contexto geopolítico. Falámos dos tratados, das convenções, das resoluções solenes e das declarações cheias de boas intenções.
A instabilidade no Irão e a eventual queda de um regime teocrático, opressor e profundamente implicado na exportação de terrorismo de inspiração xiita são, à primeira vista, motivo para alívio.
Muitas vezes, quando se fala em populismo, a mente corre de imediato para aquelas figuras de discursos inflamados, que prometem o paraíso em dois tempos, que agitam multidões com frases de efeito e slogans fáceis. São esses que aparecem mais nas notícias, que protagonizam debates acesos e que se apresentam como salvadores improváveis.
O ano que agora começa, 2026, escapa a todas as previsões com uma facilidade inquietante.
O ano que agora se aproxima do fim deixará uma sensação agridoce.











