UMA HIPOCRISIA CHAMADA “ENERGIA VERDE”
Sempre achei que a democracia implica consciência de decisão.
Sempre achei que a democracia implica consciência de decisão.
Perante o "terramoto" que afetou as Presidenciais Norte Americanas no passado Domingo, com a desistência de Joe Biden da corrida em favor da sua "vice", Kamala Harris, escrevi 3 reflexões que fui publicando.
A "comunidade política" tem, já quase por hábito e passatempo, criticar Donald Trump, reduzindo-o a um "novo-rico", a um "pato bravo", um "alpinista social", que, tendo vingado, de forma mais ou menos duvidosa, no mundo empresarial, acumulando mais falências do que bons investimentos, decidiu "divertir-se" na política.
Os jornais e os noticiários televisivos enchem-se de notícias, os comentadores andam num frenesim, uns anunciando desgraças, outros augurando guerras mundiais ou crises cataclísmicas.
O panorama político europeu sofreu mudanças significativas após as eleições europeias de 2024, refletindo tanto as dinâmicas internas dos países-membros da União Europeia (UE) quanto as questões globais que afetam o continente.
Como diz o grande Francisco Buarque de Holanda na sua celebre canção "Foi bonita a festa, pá!".
Há muito tempo que não falamos dos Estados Unidos, e este país é sempre incontornável em questões de geopolítica e de geoestratégia.
Título criado pelo ChatGPT 3.5 depois de "ler" o texto
Um dos factos mais intrigantes da geopolítica internacional nas últimas décadas, mas que, acho eu, nunca foi adequadamente discutido nem debatido, é porque o Brasil, unanimemente considerado um país com um gigantesco potencial, com recursos quase ilimitados em áreas estratégicas, desde o petróleo aos metais preciosos, passando pela agropecuária e...
Segundo a ciência, o Ser Humano, tal como hoje se assume (Homo Sapiens), tem 250.000 anos: muito tempo para as nossas pequenas e finitas vidas, apenas uma fração de segundo na imensidão do tempo cósmico.