Portugal encontra-se, mais uma vez, diante de uma encruzilhada silenciosa mas absolutamente decisiva.
crónicas e artigos
Os meus artigos de análise geopolítica e geoestratégia
A PERCEPÇÃO É O VERDADEIRO CAMPO DE BATALHA
Vivemos num tempo em que a política já não se faz apenas nos parlamentos, nas cimeiras internacionais ou nas salas de decisão fechadas.
As eleições presidenciais costumam ser algo de "morno" no panorama político português.
Já muitas vezes abordámos neste espaço o que é o Direito Internacional e qual é, de facto, o seu papel em todo o contexto geopolítico. Falámos dos tratados, das convenções, das resoluções solenes e das declarações cheias de boas intenções.
A instabilidade no Irão e a eventual queda de um regime teocrático, opressor e profundamente implicado na exportação de terrorismo de inspiração xiita são, à primeira vista, motivo para alívio.
Muitas vezes, quando se fala em populismo, a mente corre de imediato para aquelas figuras de discursos inflamados, que prometem o paraíso em dois tempos, que agitam multidões com frases de efeito e slogans fáceis. São esses que aparecem mais nas notícias, que protagonizam debates acesos e que se apresentam como salvadores improváveis.
O ano que agora começa, 2026, escapa a todas as previsões com uma facilidade inquietante.
O ano que agora se aproxima do fim deixará uma sensação agridoce.
Sinceramente pensei que já iam longe os tempos em que os Estados Unidos se auto-intitulavam de "polícia do mundo", "garante da democracia" ou "bastião da Liberdade".
ALEMANHA: O FIM DO IV REICH
A história da Alemanha é uma narrativa de força e tragédia, de ascensão e colapso, de disciplina e loucura.











